terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Frenesi.

Naquele frenesi driblando os transeuntes e aplaudindo a vida.De manhã ou à tarde vai apressado pegar seu lugar no farol para ganhar os seus trocados.Debaixo de um calor infernal.Naquele asfalto escaldante de mormaço e vapor o menino faz malabares.Nos faróis de Sampa,nestes tempos de frieza humana ele equilibra sua vida financeira.

Toda tarde numa Sampa escaldante.O aplauso é alguns trocados ganhos  naquele farol.Transeuntes apressados gastando frieza.Driblando o calor com sorvete.Naquele farol o menino busca equilíbrio.Este é o ritmo frenético do cotidiano deste menino malabarista.

Naquela avenida movimentada de Sampa entre faróis escaldantes e buzinas irritantes.Todo trocado é aplaudido nesta tarde.Tanto tempo gasto naquele farol.Transeuntes dão os seus trocados e os apressados só aplaudem o espetáculo.Gasta frieza em tempos de asfalto.Um drible apressado dos transeuntes no calor.Equilíbrio no asfalto dos pés descalços nem reparo na magreza e na frieza do menino.Naquele calor driblando a fome no farol.Naquele equilíbrio o destino do menino que já tem até apelido:Do Farol.Aquele frenesi de pivete debaixo do sol.







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