Quando eu passo digo:- Quero o livro da Vida!
Quando todo meu fanatismo me fizer deixar rastros
ah,vão dizer que minha vida não é igual a minh’alma.
Pode ser que seja isto mesmo pois o que eu vejo são sonhos e
perspectivas.
Ah,podem dizer que não sigo rastros e nem astros.
Quando eu passo isto quer dizer que eu sou livre.
Teu livro da vida é mesmo lido por inúteis inimigos.
Vivo o que minh’alma vive e sente.
Vivo o fanatismo de meus sonhos.
Podem dizer:-Ah isto tudo é possível!
Por onde passo deixo rastros quando digo todos ficam calados.
Veja esse ser em que a vida é sempre a mesma.
Todos os sonhos que tem minh’alma.
Eu posso dizer:-Eu sou fanático pela vida.
Nada de andar por aí sem refazer toda a trajetória da história.
Tanta graça no mundo e você aí emburrada e perdida.
Olhos numa leitura enlouquecedora de morte e vida.
Andando pelas passagens lindas na boca dos astros.
Vou pelo mundos dos astros e pelo vale da morte.
Toda graça do sorriso numa boca linda e doce.
Tantas histórias ainda não lidas e nem recontadas.
Nada assim me enlouqueceria nesta passagem.
Ando assim com olhos de mendigo e faro canino.
A morte não tem boca para não ranger os dentes.
Todo mundo vê graça no voo e no pouso do pássaro.
Lido com astros lindos de uma figa.
Um tanto do nada assim é a história.
Andanças enlouquecedoras e eu de olho na paisagem.
Andar me enlouquece mas o que endoida são esse olhos perdidos no horizonte.
Mundo dos cegos onde tudo é divino e maravilhoso.
Não se vê o amor somente se sente.
Deus fala ao mundo através de seus santos e convocados.
O princípio de tudo isso esses olhos fragilizados (horrorizados) nem
sequer lê as entrelinhas.
O fim dos postos isso é tud0 misterioso e sem razão.
Deus Tu és o princípio e o fim.
Põe em teus olhos bonitos algo de divino.
Todo mundo se fragiliza.
O mundo de amor é frágil e misterioso.
Os cegos não podem ler e nem ter razão.
O fim diante dos olhos postos desde o princípio.
Deus é divino e Tu falas que o está seguindo.
Leia de tudo e o mistério de fragiliza.
Mundo mundo tudo isso é amor.
A razão dos cegos é não ver para não se emocionar.

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