sexta-feira, 20 de maio de 2016

Circo das bizarrices.

Paraíso humano dos gemidos,tudo terrestre terreno terráqueo,mero sotaque de uma mutante extraterrestre alienígena nua.
Acorda na brevidade das borboletas descasuladas e seguem como bailarinas engraçadas nos jardins da fantasia.
Refém do sopro sufocante fora da toca enquanto pseudo baile de duendes.
Tempo de poesia Magrite,roteiro,música,dança e um mormacento surrealismo.
No paraíso da fantasia putanesca acordo refém da poesia.
Breve sopro do tempo sagrado para os humanos.
Borboletas gemem,Magrite está sufocado.
Tudo seguido fora do roteiro.
Aquáticos ou terrestres seres bizarros tocam música.
Bailarina procura terreno para dançar seu bailado.
Enquanto isso ela dança no mormaço,nua e engraçada.
Mera fantasia pseudo-surrealista com sotaque de J.K.Rowling.

O sonho de Miró me deixa selvagem num céu sem tarde como palhaço do circus maximus.
Anjos fizeram Salvador Dalí ventar num hipnótico trapézio e recolher as babas dos espectadores.
Nasceu chorando,voando e cantando como canário num cenário invisível e com asas tristes de papel crepom.
Artista renegado pela transcendência da lona colorida e de animais se banhando no crepúsculo.
O maximus de um sonho fez nascer um artista.
Aquele anjo chorou renegado.
Voou na transcendência de Salvador Dalí e Juan Miró.
Deixou ventar sobre a lona e cantar melodias tristes.
Selvagem e hipnótico canário colorido.
O trapézio é o cenário,o céu é o limite.
O palhaço invisível se recolhia no crepúsculo.
 
 

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