Com
paciência guerriei e depois enbandeirei o começo do meu
sofrimento.Geograficamente vi o rio das separações,não vi prazer
nisso.Sofrimentos ultrapassei e sorri servindo relacionamentos.Confiei
nas sentinelas das fronteiras quando ainda brincava de pai.
Na
geografia de guerra eu confiei meu sofrimento e sofri.Quase morri.Pelo
rio da paciência atravessei a fronteira.Depois vi meu algoz do outro
lado sorrindo com seus dentes podres,careados.Ultrapassei com confiança a
fronteira do sofrimento.Na geografia da paciência atravessei em
braçadas o rio do sofrimento.Como brincadeira separei as bandeiras do
batalhão.Comecei ver que havia relação de pai para filho com o exército
em formação.O nervosismo tem prazer em ver o sofrimento.O sorriso é uma
brincadeira quando bem servido.Vi as bandeiras e depois as separei.Em
relação à vida os pais dão um verdadeiro show.Começo pelo prazer por
isso não vendo sofrimento.
Conselhos
soprados pelo Universo,oportunidades de bem lá no fundo poder contar
com a ciência dos trópicos.Legal esse mundo bosta,mundo merda,a
consciência sinestésica e contemplativa dos burros.Conheci a plenitude e
superei o incômodo pluft da queda e o vapt-vupt da subida.Cabeça
boa,cabeça de japonês cabeça de coreano cabeça de chinês...Mesmo no
paralelo o pior que podia acontecer era eu virar uma caveira e sorrir em
meios as cruzes da história contemporânea.
Ciência
contemplativa de hipóteses japonesas.Cruzo com a sinestesia de uma
cabeça tropicalista.Pluft,sorrio,contos de consciência.A maior
oportunidade do mundo poder ver a caveira do vale de ossos
secos.Universo legal supera o paralelo.Bosta de conselho que eu mesmo
invento.
Cruzo
com uma japonesa com a cabeça cheia de hipóteses hipócritas e
hippongas.Contemplativo paraíso tropical,sinestésica ciência
moderna.Sorrio incomodado com a caveira Pluft.No fundo a consciência no
mundo dos contos.Supero o paralelo no pior plano.O meu universo é legal a
minha oportunidade é que é uma bosta.Eu mesmo desconheço os seus
conselhos.
Mil
ouriços fronteiriços descobri sangrando e você em algum oceano
(brisado).Nas fronteiras dos sentimentos melhorei a transformação
(mutação) do colono perdido numa criatura peluda amedrontadora.Espaço de
florestas noturnas.Corujas piam nos arbustos.Enquanto corujas piam eu
abutro.Nesse instante uma ação de amor que vejo com tempo.Dentrofora do
infinito plantei árvores da sabedoria (do bem e do mal).Reagi sondando a
lua.
Não
perco tempo sondando alguém.Vejo a lua no oceano da colônia.Ação e
reação,você riu e eu ri.No instante da transformação você sangra.Melhor
descobrir uma plantação de amor.Dentrofora das fronteiras do
espaço.Sentimentos infinitos,florestas de ouriços de aço.Mil
sentimentos.
Vejo
a sonda num templo da lua.Me perco no oceano de alguma colônia
espacial.Quem sabe agir neste instante reage.Você se transforma enquanto
eu sangro e sorrio.No espaço eu planto dentrofora:amor.Descobri e
atravessei fronteiras,me senti fronteiriço.Uma infinidade de ouriços e
mil sentimentos.
Pensamento
é como placenta mesmo barrenta eu berro na chapa permanente da
consciência e do subconsciente.Você veste a roupa da plenitude e chora e
brinca como um chimpanzé tranquilo.Pelas ruas multimídias a saída do
húmus dos intelectuais.Quem conhece assim sabe que não se encontra
saídas.No país da natureza exuberante e do bioma impressionante o útero
do nacionalismo é infectado e isso interfere na motivação da rejeição.
Quem
me rejeitou não está neste momento com a consciência tranquila.Nem
deveria.Permaneço intacto,conheço a motivação.Na jaula dos chimpanzés
assim eu não interfiro.Assim no útero eu choro,eu berro,eu faço birra.O
mesmo choro rega o húmus do nacionalismo.Na plenitude da placenta e pela
mobilidade nas ruas do meu País.Você pensa,você tem uma natureza
multimídia.
Conheça
a rejeição de quem me desmotivou.Permaneço tranquilo com a consciência
intacta.Assim no útero não interfiro na saída.O chimpanzé berra,o chapa
chora.O nacionalismo nas ruas,país do húmus e dos humores.A plenitude da
placenta é ser a mesma roupa que te esquenta.Você é multimídia pois
pensa em exposição e expedição pela natureza hostil.

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