quinta-feira, 19 de maio de 2016

Hostilidades.

Com paciência guerriei e depois enbandeirei o começo do meu sofrimento.Geograficamente vi o rio das separações,não vi prazer nisso.Sofrimentos ultrapassei e sorri servindo relacionamentos.Confiei nas sentinelas das fronteiras quando ainda brincava de pai.

Na geografia de guerra eu confiei meu sofrimento e sofri.Quase morri.Pelo rio da paciência atravessei a fronteira.Depois vi meu algoz do outro lado sorrindo com seus dentes podres,careados.Ultrapassei com confiança a fronteira do sofrimento.Na geografia da paciência atravessei em braçadas o rio do sofrimento.Como brincadeira separei as bandeiras do batalhão.Comecei ver que havia relação de pai para filho com o exército em formação.O nervosismo tem prazer em ver o sofrimento.O sorriso é uma brincadeira quando bem servido.Vi as bandeiras e depois as separei.Em relação à vida os pais dão um verdadeiro show.Começo pelo prazer por isso não vendo sofrimento.

Conselhos soprados pelo Universo,oportunidades de bem lá no fundo poder contar com a ciência dos trópicos.Legal esse mundo bosta,mundo merda,a consciência sinestésica e contemplativa dos burros.Conheci a plenitude e superei o incômodo pluft da queda e o vapt-vupt da subida.Cabeça boa,cabeça de japonês cabeça de coreano cabeça de chinês...Mesmo no paralelo o pior que podia acontecer era eu virar uma caveira e sorrir em meios as cruzes da história contemporânea.

Ciência contemplativa de hipóteses japonesas.Cruzo com a sinestesia de uma cabeça tropicalista.Pluft,sorrio,contos de consciência.A maior oportunidade do mundo poder ver a caveira do vale de ossos secos.Universo legal supera o paralelo.Bosta de conselho que eu mesmo invento.

Cruzo com uma japonesa com a cabeça cheia de hipóteses hipócritas e hippongas.Contemplativo paraíso tropical,sinestésica ciência moderna.Sorrio incomodado com a caveira Pluft.No fundo a consciência no mundo dos contos.Supero o paralelo no pior plano.O meu universo é legal a minha oportunidade é que é uma bosta.Eu mesmo desconheço os seus conselhos.

Mil ouriços fronteiriços descobri sangrando e você em algum oceano (brisado).Nas fronteiras dos sentimentos melhorei a transformação (mutação) do colono perdido numa criatura peluda amedrontadora.Espaço de florestas noturnas.Corujas piam nos arbustos.Enquanto corujas piam eu abutro.Nesse instante uma ação de amor que vejo com tempo.Dentrofora do infinito plantei árvores da sabedoria (do bem e do mal).Reagi sondando a lua.

Não perco tempo sondando alguém.Vejo a lua no oceano da colônia.Ação e reação,você riu e eu ri.No instante da transformação você sangra.Melhor descobrir uma plantação de amor.Dentrofora das fronteiras do espaço.Sentimentos infinitos,florestas de ouriços de aço.Mil sentimentos.

Vejo a sonda num templo da lua.Me perco no oceano de alguma colônia espacial.Quem sabe agir neste instante reage.Você se transforma enquanto eu sangro e sorrio.No espaço eu planto dentrofora:amor.Descobri e atravessei fronteiras,me senti fronteiriço.Uma infinidade de ouriços e mil sentimentos.

Pensamento é como placenta mesmo barrenta eu berro na chapa permanente da consciência e do subconsciente.Você veste a roupa da plenitude e chora e brinca como um chimpanzé tranquilo.Pelas ruas multimídias a saída do húmus dos intelectuais.Quem conhece assim  sabe que não se encontra saídas.No país da natureza exuberante e do bioma impressionante  o útero do nacionalismo é infectado e isso interfere na motivação da rejeição.

Quem me rejeitou não está neste momento com a consciência tranquila.Nem deveria.Permaneço intacto,conheço a motivação.Na jaula dos chimpanzés assim eu não interfiro.Assim no útero eu choro,eu berro,eu faço birra.O mesmo choro rega o húmus do nacionalismo.Na plenitude da placenta e pela mobilidade nas ruas do meu País.Você pensa,você tem uma natureza multimídia.

Conheça a rejeição de quem me desmotivou.Permaneço tranquilo com a consciência intacta.Assim no útero não interfiro na saída.O chimpanzé berra,o chapa chora.O nacionalismo nas ruas,país do húmus e dos humores.A plenitude da placenta é ser a mesma roupa que te esquenta.Você é multimídia pois pensa em exposição e expedição pela natureza hostil.



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