segunda-feira, 2 de maio de 2016

Croninfância.

André Francisco Gil.

Menino,esse (sou eu),"suzim" falando,falo todo dia,o dia todo.Brinca "Daia" e como brinca esse menino,olha!
Palavras com brincadeiras,brincadeando casarão de bonachona Pedrina vó e bonachão Ditinho vô.
QG como é bonito,mas é gênero quartélico de armamentos bélicos,isso,por siglas adoráveis eu registro numa HQ.
Gênero quartélico era só bloco de oito-furos e madeira de demolição fincadas ao pé da mexeriqueira.
Raio era lançado com as mãos entre terra de punhado,sons diversos com a boca.
Mexeriqueira,goiabeira,bananeiras de boa sombra.
Sonoplasta era menino,ser do além-imaginação.
Boca a fazer (emitir) sons.Imitação radiofônico.Episódios de desenhos-animados.Articuláveis bonecos e desarticuladas aventuras diárias.

"Suzim",saudade,com o QG adorado,além do tempo.Olhar bonachão,adoro lançar mexericos de menino e sonorizar.
Brinco com palavras,Pedrina do quartel entre bondades além das articulações.Dia de brincadeira,dono do pedaço,só eu no quintal,dono do bloco,da sombra,do território e doas bonecos de plástico.

Sons de sonoplasta,menino fazia.Lançado um punhado de terra,raio imaginário na mexeriqueira.Bonita,bonachona,adorável e inesquecível vó Pedrina,dona do casarão da Luís Biaggioni hoje residência oficial do seu Geraldo Generoso,grande literato ipaussuense.
- Olha o "Daia"!"Suzim".Olha como brinca esse menino Maria.
Além dos bonecos,boca articulava aventuras seriadas.Terra boa entre sombras.Quartel dos sonhos.Dia de brincar com palavras e bonecos.




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